The Speaker dá início a novo projeto de desenvolvimento de consultores técnicos da Tivit, empresa do Grupo Alma Viva

Livia Bello

CEO The Speaker
Muito prazer, meu nome é Lívia Bello, sou CEO e Fundadora da The Speaker, uma empresa que é referência em comunicação e oratória no Brasil.

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The Speaker dá início a novo projeto de desenvolvimento de consultores técnicos da Tivit, empresa do Grupo Alma Viva

A The Speaker iniciou um novo ciclo de desenvolvimento em parceria com a Tivit, referência em soluções de tecnologia e recentemente adquirida pelo Grupo Alma Viva. A relação entre as companhias é sólida e de longa data: são mais de cinco anos de iniciativas em comunicação corporativa, desenvolvimento de equipes comerciais e fortalecimento de competências técnicas e comportamentais. Agora, o foco se volta a um público estratégico — os consultores técnicos de vendas — com um programa desenhado sob medida para transformar conhecimento especializado em argumentos de negócio claros, convincentes e orientados a resultados.

Por que investir nos consultores técnicos

Em ciclos de venda complexos, a qualidade da comunicação técnica é determinante para a conversão. É nesse momento que os consultores técnicos entram em cena: profissionais que dominam profundamente as soluções, participam de etapas críticas do processo comercial e ajudam o cliente a enxergar a viabilidade, o impacto e o retorno do investimento. Eles não apenas esclarecem dúvidas; eles reduzem riscos percebidos, constroem confiança e aceleram decisões.

No entanto, um desafio clássico se impõe: como traduzir jargões, integrações e especificações em valor de negócio, sem perder precisão técnica? Como conectar arquitetura, segurança, dados e automação a objetivos como aumento de receita, eficiência operacional, escalabilidade e experiência do cliente? O novo projeto da The Speaker foi desenhado exatamente para responder a essas perguntas.

Escopo do projeto e público atendido

O programa foi concebido especialmente para 26 consultores técnicos de vendas da Tivit. São profissionais com perfil altamente técnico, responsáveis por atuar nas etapas mais complexas do funil comercial: qualificação avançada, desenho de solução, demonstrações, POCs, estimativas, respondendo RFPs, apresentações executivas e alinhamentos com stakeholders de tecnologia e negócio do cliente.

O objetivo central é alavancar a habilidade de comunicação desses consultores para que consigam, com consistência e método, traduzir complexidade técnica em impacto estratégico mensurável. O foco vai além da “boa apresentação”: trata-se de estruturar ideias, adaptar a mensagem ao público, guiar conversas e construir narrativas que coloquem a tecnologia no centro da estratégia do cliente.

A base metodológica: Arquitetura do Discurso®

A metodologia exclusiva da The Speaker — Arquitetura do Discurso® — parte de um princípio simples e poderoso: comunicar bem não é apenas falar com clareza; é pensar com clareza, estruturar com estratégia e entregar a mensagem certa para a audiência certa. Em contextos técnicos, isso significa organizar conteúdos complexos em camadas de entendimento, definindo o que é essencial, o que é desejável e o que é opcional, conforme a maturidade e os interesses do interlocutor.

Essa metodologia compõe-se de cinco pilares práticos:

  • Intenção e objetivo: qual decisão queremos provocar? Qual percepção precisa mudar?
  • Audiência e contexto: quem decide, quem influencia, quem opera? O que cada perfil realmente valoriza?
  • Estrutura: da abertura ao call to action, qual a sequência que maximiza compreensão e engajamento?
  • Evidências: como provar, com dados e provas sociais, que a solução é viável, segura e vantajosa?
  • Entrega: voz, ritmo, visual, tempo e condução de perguntas e objeções.

Aplicada ao universo técnico, a Arquitetura do Discurso® transforma especialistas que informam em consultores que influenciam.

Objetivos de aprendizagem e resultados esperados

O programa foi desenhado para alcançar resultados tangíveis no dia a dia dos consultores. Entre os objetivos de aprendizagem, destacam-se:

Tradução técnica–negócio: conectar features a outcomes, demonstrando ganho real para o cliente.

Storytelling técnico: contar a história da solução com começo, meio e fim orientados a decisão.

Design de apresentações: criar decks enxutos, visuais e guiados por mensagem, não por slides.

Gestão de objeções: antecipar dúvidas, tratar riscos e fortalecer a percepção de valor.

Demonstrações e POCs: desenhar roteiros de demo que evidenciem diferenciais competitivos.

Relação com múltiplos stakeholders: adaptar a fala a executivos, gestores de TI, áreas de negócio e operação.

Resposta a RFPs e documentos técnicos: sintetizar propostas com clareza, evidência e apelo estratégico.

Q&A de alta pressão: manter objetividade, credibilidade e serenidade em perguntas desafiadoras.

No plano de resultados, espera-se evolução perceptível em clareza, persuasão e autonomia comunicativa, refletida em indicadores como qualidade de oportunidades, velocidade de avanço no funil, taxa de aprovação de propostas técnicas e engajamento em reuniões com decisores.

Uma parceria que se expande com o Grupo Alma Viva

Ao longo de cinco anos, a The Speaker colaborou com a Tivit em diferentes frentes de comunicação. Com a integração da Tivit ao Grupo Alma Viva, um dos maiores conglomerados do setor de tecnologia e relacionamento com o cliente, a ambição cresce: fortalecer a comunicação técnica para escalar soluções, harmonizar narrativas entre squads e países e potencializar a capacidade de consultoria das equipes. O novo projeto se insere nesse contexto de expansão, alinhando precisão técnica e excelência em comunicação.

A trilha formativa desenhada sob medida

Para atender ao perfil e às demandas dos 26 consultores, a The Speaker estruturou uma trilha prática e iterativa, combinando workshops, laboratórios, mentoria e coaching on the job. Em linhas gerais, a jornada inclui:

Diagnóstico inicial: mapeamento de forças e lacunas comunicacionais, análise de apresentações e simulações reais.

Workshops imersivos: construção de repertório, prática guiada e frameworks aplicáveis no dia seguinte.

Labs de simulação: role plays com cenários realistas (discovery técnico, board executivo, demo crítica, defesa de proposta).

Mentorias em pequenos grupos: refinamento de casos, revisão de decks e treinos de Q&A.

Shadowing e coaching: observação de reuniões reais (quando possível), com feedback estruturado e plano de ação.

Playbooks e guias: materiais práticos com checklists, roteiros de reuniões e templates de apresentação.

Avaliações e métricas: aferição de progresso e evidências de transferência para o trabalho.

diagnóstico: o que observar em comunicadores técnicos

Antes de treinar, é preciso diagnosticar. A The Speaker utiliza rubricas objetivas que avaliam:

Clareza de objetivo: o consultor sabe qual decisão quer provocar?

Leitura da audiência: diferencia a fala para CIO, CFO, COO, gestor de compras, time de segurança e área usuária?

Estruturação lógica: a sequência facilita entendimento e reduz carga cognitiva?

Tradução para valor: conecta features a outcomes mensuráveis (custos, receita, risco, compliance, experiência)?

Evidências e prova: usa métricas, benchmarks, cases e demonstrações com foco?

Condução de tempo e foco: mantém ritmo, prioriza e conclui com calls to action claros?

Postura e entrega: voz, energia, linguagem não verbal, domínio de ferramentas e visual.

O diagnóstico gera um mapa individual e do grupo, orientando a priorização de conteúdos e as práticas dos labs.

Frameworks que facilitam a tradução técnica em valor de negócio

Uma das marcas do programa é a adoção de frameworks simples e reutilizáveis, que ajudam o consultor a organizar conteúdo e conduzir conversas complexas. Alguns exemplos:

FEATURE → OUTCOME → EVIDENCE
“Criptografia ponta a ponta” → “reduz exposição a incidentes e acelera auditorias” → “caso X com queda de 35% no tempo de resposta a due diligence”.

DOR ATUAL → IMPACTO → SOLUÇÃO → PROVA → PRÓXIMO PASSO
“Retrabalho por integrações quebradas” → “custos e lentidão no go live” → “camada de APIs gerenciadas” → “POC em 10 dias com 2 integrações” → “agendar piloto com dados não sensíveis”.

3 níveis de fala
Executivo (ROI, risco, estratégia), Gestor (processos, SLAs, métricas), Técnico (arquitetura, segurança, integração). O mesmo conteúdo, três ângulos.

DEMO STORYLINE
Contexto do cliente → Cenário “antes” → 3 momentos-chave “depois” → Evidências (tempo, custo, confiabilidade) → Encerramento com próximo passo.

Design de apresentações: slides que servem à mensagem

Apresentações técnicas, com frequência, sofrem de excesso de informação e carência de mensagem. O programa trabalha:

Slide de tese: a “frase que vale a reunião”. Se o cliente lembrar de uma coisa só, qual é?

Narrativa visual: reduzir texto, priorizar esquemas e fluxos; um slide = uma ideia.

Tempo e número de slides: ritmo pensado para checkpoints e decisões intermediárias.

Anexos inteligentes: deixar a profundidade técnica para apêndices acionáveis.

A meta é transformar decks em guias de decisão, não repositórios de informação.

Q&A e gestão de objeções

Perguntas difíceis não são armadilhas; são oportunidades. O treinamento cobre:

  • Tipologia de objeções: preço, risco, lock-in, segurança, compliance, integração, prazo.
  • Técnicas de resposta: acolher, adensar contexto, responder objetivamente e checar aceitação.
  • Pontes e alternativas: quando não há resposta definitiva, oferecer caminhos (POC, piloto, referência, escopo incremental).
  • Linguagem de risco: falar de risco com maturidade, sem alarmismo, sem negar complexidades.

Labs de simulação: prática deliberada

Nada substitui o treino. Os labs replicam situações comuns do ciclo de venda complexa:

Discovery técnico: entender dor, legado, restrições, metas e critérios de sucesso.

Alinhamento executivo: sintetizar o valor em 10–15 minutos com clareza e convicção.

Demonstração crítica: roteiros curtos, com “momentos aha” e métricas.

Defesa de proposta: navegar custos, risco, cronograma e condições comerciais.

Cada simulação tem briefing, roteiro, apresentação, feedback e regravação, sempre conectados a indicadores de melhoria.

mentoria e coaching on the job

Entre workshops e labs, os consultores levam casos reais para mentoria. A The Speaker oferece:

Agendas de revisão de decks: antes de apresentações importantes.

Clínicas de demo: para ensaiar e otimizar roteiros de demonstração.

Planos de 30/60/90 dias: compromissos práticos, metas e evidências de transferência.

Quando possível, acontece também o shadowing: observação de reuniões reais (remotas ou presenciais) para feedback contextualizado.

playbooks, checklists e templates

Para que o aprendizado vire hábito, o programa entrega materiais práticos e reutilizáveis:

Playbook de discovery técnico: perguntas-chave, aprofundamentos por vertical e mapa de stakeholders.

Checklist de apresentação executiva: tese, estrutura, evidências e call to action.

Template de demo: storyline, prova e próximos passos.

Guia de RFP: respostas curtas, objetivas e orientadas ao que o cliente mede.

Esses recursos reduzem atrito, padronizam a qualidade e aceleram a preparação.

atender públicos diferentes, com a mesma solução

Uma mesma proposta precisa ser apresentada de formas distintas a públicos diferentes:

C-level: objetivos estratégicos, impacto econômico, governança de risco, time to value.

Gestores: produtividade, SLAs, integração com processos e indicadores operacionais.

Times técnicos: arquitetura, padrões, segurança, escalabilidade, observabilidade.

O treinamento oferece exercícios de “três versões” para a mesma mensagem, ajudando o consultor a adaptar com fluidez — sem perder precisão.

Comunicação para RFPs e documentação técnica

Documentos longos não precisam ser difíceis de entender. O projeto aborda:

Resumo executivo em 1 página: problema, solução, diferenciais e resultados esperados.

Arquitetura explicada por camadas: visão macro e zooms controlados.

Métricas e SLAs: o que será medido, como, quando e por quê.

Glossário e anexos: transparência e objetividade para reduzir retrabalho.

A orientação é sempre a mesma: facilidade de leitura = facilidade de decisão.

Indicadores e métricas para acompanhar evolução

Resultados de comunicação podem — e devem — ser medidos. O programa sugere indicadores de performance e de processo:

Efetividade nas reuniões: clareza de objetivo, tempo de fala, aderência ao roteiro, calls to action tangíveis.

Avanço no funil: redução de idas e vindas, encurtamento de ciclos, conversão entre estágios.

Qualidade de propostas: notas internas em clareza, objetividade e evidências.

Engajamento do cliente: participação de decisores, solicitações de POC, retorno de RFPs.

Autoeficácia: percepção de segurança comunicativa em cenários críticos.

Esses indicadores alimentam um painel de evolução, permitindo ajustes finos ao longo do programa.

governança do projeto e alinhamento com lideranças

Projetos que dão certo têm governança clara. A The Speaker estrutura:

Comitê de acompanhamento: reuniões periódicas com RH, liderança comercial e técnica para revisar progresso e prioridades.

Pontos de inspeção: marcos de entrega (decks, demos, POCs) usados como material de avaliação.

Feedback 360°: coleta de impressões de pares, gestores e áreas de interface.

Ciclo PDCA: planejar, executar, checar, ajustar — com foco no que o campo demanda.

cultura: do especialista ao consultor de impacto

Mais do que técnicas, o programa trabalha mindset: sair do lugar do “explicador de features” para ocupar o lugar do “consultor de impacto”. Alguns comportamentos cultivados:

Curiosidade estruturada: perguntas que revelam causa raiz e critérios de sucesso.

Foco no que importa para o cliente: priorizar outcomes e riscos relevantes.

Responsabilidade comunicativa: o emissor é responsável por tornar a mensagem compreensível.

Aprendizado contínuo: rever, iterar e registrar boas práticas para o time.

Vozes do projeto

Logo nas primeiras interações, emergem percepções que orientam o desenvolvimento:

“Percebi que meu deck tinha tudo, menos a mensagem central. Agora começo pela tese e deixo os detalhes para anexos.” — Consultor participante

“O framework de demo me obrigou a escolher três momentos-chave. A conversa ficou muito mais objetiva.” — Consultora participante

“Usei o roteiro de discovery e consegui mapear riscos que nem o cliente tinha articulado.” — Consultor participante

Essas vozes sinalizam a direção: mais foco, mais clareza, mais poder de influência.

Estudos de caso internos: do laboratório ao cliente

Parte essencial do programa é transformar desafios reais em estudos de caso dentro da trilha. Em pequenos grupos, os consultores escolhem uma oportunidade em curso e aplicam os frameworks:

Definição do objetivo de comunicação: qual avanço no funil queremos conquistar com a próxima reunião?

Mapeamento de stakeholders: quem decide, quem influencia, quem opera?

Construção da narrativa: tese, evidências e próximos passos.

Design do material: slides, demos, anexos.

Simulação com feedback: ensaio com time e mentoria.

Aplicação em campo: execução com o cliente, quando possível, e debrief.

Esse ciclo encurta a distância entre aprendizado e resultado.

Apresentação executiva em 10 minutos: a arte do essencial

Executivos têm pouco tempo, mas querem clareza. O programa treina apresentações executivas com três blocos:

Contexto–tese: em 90 segundos, alinhar o problema crítico e a proposta de valor.

Evidências: duas ou três provas incontestáveis — números, referências, POCs.

Decisão e próximo passo: o que se pede e como será medido.

Menos é mais — e mais eficaz.

POCs e pilotos com storytelling

Quando a prova está nos resultados, a POC é a narrativa. O treinamento mostra como:

Definir hipótese clara: o que queremos comprovar e qual métrica valida?

Escolher escopo inteligente: pequeno o suficiente para ser rápido, grande o suficiente para ser relevante.

Planejar o show, não só o teste: quem assiste, como registra, como comunica.

Encerrar com decisão: pivotar, expandir ou encerrar — sempre aprendendo.

comunicação visual para soluções complexas

Arquiteturas, integrações e fluxos podem ser visuais, mas precisam ser legíveis. O programa orienta:

Camadas de zoom: panorama, subsistemas, componentes críticos.

Legendas e padrões: consistência de ícones, cores e setas.

Histórias em três quadros: antes, durante e depois da solução.

Animação consciente em remoto: usar recursos de plataforma para manter atenção sem distrair.

Preparação para reuniões críticas

Toda reunião crítica merece um briefing canvas:

Objetivo: qual avanço no funil esperamos ao final?

Audiência: perfis, interesses, riscos.

Mensagem central: a frase mais importante.

Evidências: quais dados, cases ou demos sustentam?

Perguntas e objeções: o que provavelmente virá e como responder?

Próximo passo: qual compromisso concreto buscamos?

Esse canvas orienta a construção de agenda, materiais e a própria condução.

Comunicação em ambientes remotos e híbridos

O trabalho em tecnologia é, muitas vezes, distribuído. O programa cobre:

Ritual de abertura: alinhar expectativas e agenda, combinar regras de participação.

Interação intencional: perguntas diretas, uso de chat, enquetes, check-ins.

Gestão de tempo: blocos curtos, checkpoints e espaço para decisão.

Plano B: contingências para instabilidade técnica e falhas de integração.

Resposta a RFPs: clareza que vira pontos

Em licitações e concorrências, a forma também conta. Os consultores aprendem a:

Resumir com precisão o que o cliente pede e como a proposta atende ou excede.

Diferenciar: evidenciar o que é padrão de mercado e o que é diferencial real.

Responder objetivamente: frases curtas, termos claros, referências verificáveis.

Organizar anexos: facilitar a vida do avaliador é facilitar a aprovação.

A jornada do consultor: plano de 30/60/90 dias

Para ancorar a mudança, cada participante constrói um plano pessoal:

30 dias: aplicar dois frameworks em reuniões reais, revisar um deck crítico, conduzir um discovery com roteiro.

60 dias: liderar uma demo com storyline, responder a uma objeção complexa com evidências e registrar aprendizados em playbook.

90 dias: apresentar executivo em 10 minutos, facilitar decisão e compartilhar boas práticas com o time.

Esse plano transforma o treinamento em rotina de alto desempenho.

Feedback que ensina

Feedback efetivo é específico e acionável. Nos labs e mentorias, a The Speaker utiliza um modelo direto:

O que funcionou: comportamentos observáveis que devem ser repetidos.

O que melhorar: pontos concretos e seus impactos.

Como fazer: instruções claras, exemplo demonstrado e meta de prática.

Não é julgamento; é engenharia de desempenho.

Integração com vendas, pré-vendas e delivery

Consultores técnicos navegam entre áreas. O programa promove alinhamento com:

Vendas: qualificar oportunidades e solidificar propostas de valor.

Pré-vendas: transformar requisitos em arquitetura e narrativa.

Delivery: garantir que o que foi vendido é executável e sustentável.

Essa integração reduz desalinhamentos e preserva confiança com o cliente.

Ética e responsabilidade na comunicação técnica

Comunicar com excelência inclui responsabilidade:

Transparência sobre limitações: reconhecer o que não é possível e por quê.

Gestão de expectativas: prometer o que se pode cumprir, com critérios e marcos.

Tratamento de dados: cuidado com exemplos, logs e ambientes de demonstração.

Inclusão e respeito: linguagem acessível e acolhedora com diferentes perfis.

A credibilidade nasce de clareza e compromisso.

Liderança que multiplica

Líderes técnicos têm papel-chave na disseminação da cultura. O projeto oferece:

Guias para one-on-ones: como dar feedback de comunicação sem perder foco técnico.

Rituais de melhoria: debriefs das reuniões críticas e bibliotecas de boas práticas.

Métricas de equipe: indicadores simples para acompanhar evolução e celebrar conquistas.

Quando a liderança reforça, o aprendizado escala.

Sobre a The Speaker

A The Speaker é referência nacional em oratória executiva e comunicação corporativa. Fundada por Lívia Bello, especialista em comunicação interpessoal e mentora de líderes, a empresa apoia organizações de alto desempenho na construção de narrativas que mobilizam pessoas e viabilizam decisões. Com uma metodologia sólida e foco inegociável em resultados, a The Speaker já contribuiu com empresas como Google, Nubank, Roche, BNDES, Eurofarma, BRF, Novartis, Cielo, Danone, Rabobank, entre outras, sempre com o mesmo propósito: transformar a forma como líderes e equipes se comunicam — dentro e fora das organizações.

O que vem pela frente

O novo projeto com a Tivit, integrada ao Grupo Alma Viva, marca mais um passo de uma parceria construída sobre confiança, excelência e resultado. Ao concentrar esforços no desenvolvimento dos consultores técnicos, a The Speaker e a Tivit apostam no ponto de alavanca do ciclo comercial: a comunicação que traduz complexidade em decisão.

Nas próximas etapas, a trilha seguirá combinando diagnóstico, prática deliberada e mentoria aplicada, com métricas que mostrem a evolução real no campo. Porque comunicar, aqui, não é um fim — é um meio para acelerar estratégia, reduzir riscos e gerar valor palpável para clientes e para o negócio.

Se a sua organização também lida com vendas complexas e precisa transformar especialistas em consultores de impacto, a The Speaker pode ser sua parceira nessa jornada. Com a Arquitetura do Discurso® e uma abordagem orientada a contexto, ajudamos times técnicos a construir mensagens que influenciam decisões e destravam resultados. Vamos conversar sobre os desafios e objetivos do seu time e desenhar uma trilha que faça sentido para a sua realidade.

Conclusão

Comunicação técnica com impacto estratégico não acontece por acaso. Ela nasce de método, prática e intenção. Ao iniciar este novo projeto com a Tivit, a The Speaker reafirma um compromisso: equipar profissionais altamente qualificados com ferramentas de comunicação que potencializem sua capacidade de influenciar — com clareza, ética e foco em resultados. Numa era em que tecnologia e negócio são indissociáveis, construir pontes entre os dois mundos não é diferencial; é o caminho para liderar.

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